bird songs and tutti frutti twilight zone

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“É desconcertante a sinceridade com que Rita Braga se entrega a Gringo In São Paulo. A completa ausência de pretensiosismo é chocante para aqueles de nós que tendem a levar a música como algo “sério”. Não que a artista não leve a música a sério, mas a diversão palpável na forma como canta temas como a faixa homónima ou “Tralalala” esbate a linha que separa diversão e trabalho. E isso maravilha e causa ligeira inveja.” (Jorge de Almeida, Arte-Factos.net)
“Rita Braga fait des concerts très forts avec toute sa fragilité.  Elle souffle des airs adorables entre vos oreilles, comme la mignone brise de la fin d’après-midi avant le rafraîchissement. Elle aides Nestis à faire couler entre vos yeux des larmes…. Mais de joie. Rita Braga est une bonne nouvelle de chaque instant.” (David Chazam, France) 
“Rita’s career is a mishmash of everything – field recordings, analogue sounds, self-published material, internet radio, pirate webcasts, low-fi and soundcloud, home tapes of her singing over the sound of old records and broken old radios. Throughout she has been changing identities, leaving them behind like old clothes. She has collaborated with numerous musicians (such as Presidente Drogado), and forms bands in a jiffy. Original posters for her shows are usually made by well known graphic artists. She even claims that cartoon characters appear in her dreams, and give her “career” advice.. (…)” (Dragan Kremer, Vreme magazine, Serbia)
De cette scène, le mundillo rock bordelais connait au moins Rita Braga, fragile chanteuse dont la voix rappelle vaguement celle de Jane Birkin et dont l’horizon musical va du psychédélisme avec synthétiseurs jusqu’à des ballades façon jazz des années 20-30 avec ukulélé.” (Sud Ouest, France)
“Rita is an excellent example of „Do It Yourself“ spirit in popular music. You take a ukulele, put it in a small bag and travel to all four corners of the world. It’s more dynamic and affordable than to be followed by a band of musicians. Instead of that, she is often collaborating with local musicians in different countries, this time it was Vuk Palibrk, who is also combining music and visual expression such as comics, illustration and animation… Rita was touring US, France, Belgium, Poland, Portugal, Spain… Before here, she had a show in the neighboring village of Banatsko Novo Selo. It shows you what mobility should be all about – with minimal expense, you can go anywhere and organize a show that can make your ears happy – says Aleksandar Zograf, organizer and conductor of GRRR!Program.” (Aleksandar Vukelić, Pančevački Pres Centar, Serbia)
Cherries that went to the police”, Rita Braga – uma cantora portuguesa… quase com certeza, uma vez que Rita Braga canta na sua (nossa) língua nativa, mas também em inglês, russo, grego… Topei com este álbum sem querer numa recente viagem a Portugal. Não conhecia Rita e achei curioso um disco de uma cantora de lá tão poliglota. “Cherries” é uma surpresa deliciosa a cada faixa: músicas com um “ar de antigamente”, mas com uma vitalidade que não poderia ser mais do “agora”. Sem medo de encarar um repertório nada convencional, Rita foi para mim uma das melhores revelações de 2011.” (Zeca Camargo, Brasil)
O inglês para impressionar não passa por aqui. Nas ruas de Filadélfia, LA, Buenos Aires, Gent e Lisboa nasceu esta bela coleção de quadros impressionistas de um espírito singular “vigiado” por Bernardo Devlin. Que busca o seu lugar no mundo entre a instrospeção e o absurdo, a melancolia e a aventura e a tradição e a modernidade numa deriva existencial que – com a devida distância – evoca Tom Waits.” (Ricardo Saló in Jornal Expresso, Portugal)
“Last but not least, we saw the concert by Portuguese musician Rita Braga, who embodies the spirit and the reasoning of what Elektrika (gallery) really is –  she plays in front of any interested audience, anywhere in the world. From the clubs in US and Brazil, to Europe and beyond, she travels cheap with just her little ukulele, which is the sole music to accompany most of her songs during the live performances. Ethnomusicologist by education, instead of academic engagements, she rather belongs to the underground  scene, and her repertoire includes popular and traditional songs from many countries (Serbian including).” (Đurađ Rebronja, Vreme magazine, Serbia)
Vai do folclore polaco ao vaudeville, de Angelo Badalamenti a Adriano Correia de Oliveira, passando por Ennio Morricone. Invariável é a estranheza dos arranjos, a meio caminho entre a loja de brinquedos e a sucata, que servem de sustento às fantasias retro desta menina actriz. Cherries That Went To The Police é o album de estreia de Rita Braga e uma belíssima excursão num universo de clichés nostálgicos, deliciosamente aldrabados.” (Vogue Portugal)
Vi-os a jogar à bola [seleção de sub-20], face ao país-filho, pela madrugada, enquanto ouvia Rita Braga, no novíssimo CD Cherries That Went To The Police: soberba música do mundo, com as raízes aqui e as asas por toda a parte”. (Nuno Rogeiro, Revista Sábado, Portugal)
Canções de marinheiros e o trágico romantismo da viagem. Uma mulher que chora o amante lá longe, combatente em guerra infernal. E uma canção tradicional açoriana com guitarra slide, maravilhas sonhadoras com a classe e a inocência de standard pop dos americanos anos 1930. “Cherries That Went To The Police” começa com o som de gargalhadas e as notas de um cliché musical chinês: “o espectáculo está prestes a começar”. E, a partir do momento em que começa, não há para nós retrocesso possível. Porque Rita Braga tem graça e graciosidade, tem uma voz magnífica que sabe exactamente o que fazer com cada frase e com o ambiente de cada canção. Porque este repertório que reuniu viaja por tradicionais russos (“Katysuha”) e gregos (“Mes” tou manthou ton teke”), por Hank Williams (“Ramblin” man”) ou por canções que seriam ideais para western como “River of no return” (ah, e esta foi mesmo, cantada por Marilyn Monroe no filme de Otto Preminger com o mesmo título).
O que torna “Cherries The Went To The Police” um objecto fascinante, porém, não é apenas a capacidade de Rita Braga, armada de ukulele e acompanhada pelo “swingante” Nik Phelps no clarinete ou pelo pó desértico da Chris Carlone Orchestra, criar um universo coerente, evocativo de imagens no limite do cinematográfico, destes sons de origem diversa. Este é um álbum de amor por toda esta música, tocado com evidente prazer, mas que recusa enclausurá-lo nas suas formas originais.
Cherries That Went To The Police” não é um álbum tradicional, é a corporização do rico imaginário de Rita Braga, repleto de deliciosos e inventivos pauzinhos na engrenagem: a rebetika grega em órgão com sabor a fantasmagoria circense ou o baixo eléctrico de Rui Dâmaso em “Katyusha” são disso dois óptimos exemplos. São eles (os “paus na engrenagem”, a voz de Rita Braga, a capacidade de nos arrastar na sua fantasia) que tornam “Cherries That Went To The Police” um álbum absurdamente cativante.” (Mário Lopes, Ípsilon)