bird songs and tutti frutti twilight zone

BIO

Rita Braga live_credit Anna Wojtecka

credit: Anna Wojtecka

Rita Braga (Lisbon, 1985) is a singer, songwriter and multi-instrumentalist. She performs songs in over 10 languages, both solo and collaboratively.

Over the last decade she has performed in numerous clubs, theatres, art galleries and festivals across Europe, the US, Brazil, Australia and Japan, alongside composing soundtracks for animated shorts and TV commercials. She graduated in Music Sciences at The New University of Lisbon, and in 2019 completed the MA Performance Making at Goldsmiths, University of London. She also had a brief path in illustration and animation.

Bird on the Moon (Lunadélia Records, 2018) reveals her idiosyncratic and sometimes eerie pop compositions. It was listed on the “Top 15 records featuring ukuleles” on The Wire magazine (November 2019). Mark Barton describes it on The Sunday Experience as “a world teased with a childlike surreal innocence, both spectral and minimalist, populated by a playful alchemy whose somewhat casual absent mindedness charms and chimes with a crooked and kooky allure. Reference wise, Ms Braga shares a kinship with the Space Lady, both operating in a sparse pop purist medium that draws its lineage back to Silver Apples”. Bird on the Moon was re-released by Moorworks in 2019, following an extensive tour in Japan.

She has previously self released Gringo in São Paulo (2015), an EP comprised of original songs written and recorded whilst living in Brazil, and her critically acclaimed debut album Cherries That Went To The Police (2011), a reinterpretation of songs from all over the world (produced by Bernardo Devlin).

In 2016, during a 2 month residency in Graz, Austria, she wrote and performed the sci-fi minimal ukulele pop operetta A Quantic Dream. The show combined a dream sequence, astrophysics, burlesque, animation and light hearted existencialism, moving her artistic practise towards the realm of DIY musical theatre and increasingly hybrid performances.

Braga represented Portugal in EurNoVision 2016, an annual release of underground European artists, and she was one of the ukulele artists integrating the cd Songs for the Sea: Ukulele Sirens (2017).

Her collaborations, both live and recorded, include work with The Legendary Tigerman, Martha Colburn, Dorit Chrysler, Mary Ocher, Victor Coyote, Borts Minorts, Bernardo Devlin, Presidente Drógado, Felix Kubin and Ian Svenonius.

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(PT)

Rita Braga (1985) é cantora e compositora, performer e multi-instrumentista. Atua geralmente a solo um repertório eclético em mais de dez línguas.

Ao longo da última década atuou em numerosos clubes, teatros, galerias de arte e festivais por toda a Europa, EUA, Brasil, Austrália e Japão, e compôs bandas sonoras para curtas metragens e publicidade. Licenciou-se em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa, e em 2019 completou uma pós-graduação em Teatro e Performance na Goldsmiths, Universidade de Londres, com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Teve também um breve percurso nas áreas da ilustração e cinema de animação.

O álbum Bird on the Moon” (Lunadélia Records, 2018) revela o seu universo pop idiossincrático, pelo qual foi descrita como “a cantora folk que terá acompanhado os primeiros viajantes do espaço” (Fred Roberts, Ragazine). “Bird on the Moon” entrou na lista “Top 15 records featuring ukulele” na Revista Wire (Novembro de 2019). O disco foi reeditado pela Moorworks, levando a uma extensa digressão de concertos no Japão em Outubro de 2019.

Anteriormente editou o EP Gringo in São Paulo” (2015), composto de temas escritos e gravados durante uma residência no Brasil com músicos dessa cidade, e o aclamado álbum de estreia “Cherries That Went To The Police” (2011), uma reinterpretação de temas de diversas partes do mundo (produzido por Bernardo Devlin).

Em 2016 escreveu e dirigiu a opereta minimal pop de ficção científica “A Quantic Dream”, como resultado de uma residência artística de dois meses em Graz, Áustria.

Representou Portugal na coletânea “EurNoVision 2016”, no qual se destacam projetos musicais independentes de vários países europeus, e participou em“Songs for the Sea: Ukulele Sirens”, editado em Maio de 2017, um disco que reune composições originais com ukulele de uma seleção de artistas internacionais. Integrou o disco “Novos Talentos Fnac” em 2007. Foi uma das artistas convidadas do disco “Femina” de Legendary Tigerman (2009), tendo atuado a solo na primeira parte dos concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto em Janeiro de 2011, a convite do músico.

As colaborações incluem trabalho com Angélica Salvi, Bernardo Devlin, Borts Minorts, Dorit Chrysler, Felix Kubin, João Pais Filipe, Ian Svenonius (The Make-Up, Chain and the Gang), Mary Ocher, Martha Colburn, Presidente Drógado, Victor Coyote e Vítor Rua, entre outros.