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interview by Recife Lo-Fi (Brazil) (March 2013)
interview by Trama Virtual (Brazil) (September 2012)
online, radio and TV interviews
showcase @ RUM (Rádio Universitária do Minho)
(February 2013)
Oliva Sessions – interview for Canal 180
(November 2012)
RTP1 Planeta Música -
http://www.rtp.pt/programa/tv/p28042/e37
(July 2012) – interview starts at 34:00
Radio Pancevo, Serbia
http://snd.sc/MmlmUW
(June 2012)
Sic Notícias
http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/article918085.ece?tabPane=Comments
(October 2011)
Cotonete TV -
(September 2011)
Sapo
http://videos.sapo.pt/f1cv26TGZZPZGFBzZn6v
(September 2011)
Novo Doba Festival in Serbia
(June 2010)
clipping

Pančevački Pres Centar (Pančevo, Serbia), 18th of june 2010 :
Translation in English by Saša Rakezić :
HOT IN ELEKTRIKA
By Aleksandar Vukelić
(…) After this, there was a concert by Rita Braga, from Lisbon, with our own Vuk Palibrk as an additional musician. Rita Braga works on animated films and illustration too, and her music is a mix of ethno sounds ( including American country, Greek rebetiko, Bollywood hits and even one of the Serbian traditionals) and modern, experimental stuff. By playing ukulele, an instrument originally brought by Portuguese emigrants to Hawaii, Rita was treating us with her dreamy lyric soprano and, with interventions by Vuk Palibrk on synth and clarinet, she presented parts of her new material that is about to come out soon in her native Portugal. After her performance in Pančevo, she will also have a show at the CRACK comics festival in Rome, in an „occupied culture center“ named Forte Prenestino, one of the largest squats in Europe.
- Rita is an excellent example of „Do It Yourself“ spirit in popular music. You take a ukulele, put it in a small bag and travel to all four corners of the world. It’s more dynamic and affordable then to be followed by a band of musicians. Instead of that, she is often collaborating with local musicians in different countries,this time it was Vuk Palibrk, who is also combining music and visual expression such as comics, illustration and animation… Rita was touring US, France, Belgium, Poland, Portugal, Spain… Before here, she had a show in the neighboring village of Banatsko Novo Selo. It shows you what mobility should be all about – with minimal expense, you can go anywhere and organize a show that can make your ears happy – says Aleksandar Zograf, organizer and conductor of GRRR!Program.”
Brasil:
“Cherries that went to the police”, Rita Braga – uma cantora portuguesa… quase com certeza, uma vez que Rita Braga canta na sua (nossa) língua nativa, mas também em inglês, russo, grego… Topei com este álbum sem querer numa recente viagem a Portugal. Não conhecia Rita e achei curioso um disco de uma cantora de lá tão poliglota. “Cherries” é uma surpresa deliciosa a cada faixa: músicas com um “ar de antigamente”, mas com uma vitalidade que não poderia ser mais do “agora”. Sem medo de encarar um repertório nada convencional, Rita foi para mim uma das melhores revelações de 2011.” (Zeca Camargo
http://g1.globo.com/platb/zecacamargo/2011/12/19/os-20-1-melhores-albuns-que-voce-nao-ouviu-em-2011/
)
Portugal:
“Canções de marinheiros e o trágico romantismo da viagem. Uma mulher que chora o amante lá longe, combatente em guerra infernal. E uma canção tradicional açoriana com guitarra slide, maravilhas sonhadoras com a classe e a inocência de standard pop dos americanos anos 1930. “Cherries That Went To The Police” começa com o som de gargalhadas e as notas de um cliché musical chinês: “o espectáculo está prestes a começar”. E, a partir do momento em que começa, não há para nós retrocesso possível. Porque Rita Braga tem graça e graciosidade, tem uma voz magnífica que sabe exactamente o que fazer com cada frase e com o ambiente de cada canção. Porque este repertório que reuniu viaja por tradicionais russos (“Katysuha”) e gregos (“Mes” tou manthou ton teke”), por Hank Williams (“Ramblin” man”) ou por canções que seriam ideais para western como “River of no return” (ah, e esta foi mesmo, cantada por Marilyn Monroe no filme de Otto Preminger com o mesmo título).
O que torna “Cherries The Went To The Police” um objecto fascinante, porém, não é apenas a capacidade de Rita Braga, armada de ukulele e acompanhada pelo “swingante” Nik Phelps no clarinete ou pelo pó desértico da Chris Carlone Orchestra, criar um universo coerente, evocativo de imagens no limite do cinematográfico, destes sons de origem diversa. Este é um álbum de amor por toda esta música, tocado com evidente prazer, mas que recusa enclausurá-lo nas suas formas originais.
“Cherries That Went To The Police” não é um álbum tradicional, é a corporização do rico imaginário de Rita Braga, repleto de deliciosos e inventivos pauzinhos na engrenagem: a rebetika grega em órgão com sabor a fantasmagoria circense ou o baixo eléctrico de Rui Dâmaso em “Katyusha” são disso dois óptimos exemplos. São eles (os “paus na engrenagem”, a voz de Rita Braga, a capacidade de nos arrastar na sua fantasia) que tornam “Cherries That Went To The Police” um álbum absurdamente cativante. [ípsilon.pt]
“Cherries that Went to the Police” é um disco do mundo. Não é só um disco de Rita Braga, tantos foram os amigos (Chris Carlone, Nik Phelps, Rui Dâmaso, Jef Hogan-Buffa, Hernani Faustino, Yvette Dudoit e Ignatz B), as paragens (gravado em Lisboa, Filadélfia, Ghent, Los Angeles e Buenos Aires) e as influências que lhe estão no ADN. Por isto e muito mais, “Cherries that Went to the Police” é um álbum deliciosamente desconcertante. Não é uma surpresa total, para quem ouvira já os anteriores EPs “Valsa Sangrenta”, “Meet Me Tonight In Dreamland” e “Her Home Recording Vol.3″, em todo o caso, ver estas 11 canções assim, juntas, transmite-nos claramente a ideia da existência de um universo estético típico de Rita Braga; um mistura de folk que viaja sem freio do leste da Europa ao norte da América. E não é apenas a voz e o ukelele de Rita Braga, é o curiosísssimo reportário folk, repescado em várias décadas, algumas bem longínquas. Tudo junto e bem rendilhado pelo excelente trabalho de produção de Bernardo Devlin, só podia resultar num disco assim, original.
Um disco diferente; uma obra única!” [a-trompa.net]